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domingo, 1 de abril de 2012

ATIVIDADE PRÁTICA PEDAGÓGICA Atividade 2.7


No dia 23 de marco de 2012, 22 alunos do primeiro ano B foram conduzidos até a sala de informática para a execução da atividade de Português proposta por mim e Keilla atividade cujo tema era histórias em quadrinho da Turma da Mônica. Os vinte dois alunos foram divididos em duplas. Durante a realização da atividade os alunos se ajudavam um buscando mostrar ao outro como proceder em ações das quais desconhecia. Durante esta aula as crianças se divertiram bastante, tendo em vista ser uma atividade lúdica, elas não se cansaram de procurar a turma da Monica. Com essa aula, as crianças conseguiram descobrir quem era os amigos e o autor da turma da Monica. A turma como um todo recebeu muito bem a proposta da atividade. Todos se envolveram e participaram não só pelo assunto em si, mas também por estar usando o laboratório de informática para a realização do aprendizado e das atividades propostas.
Kátia Sirlene Braga Coan

terça-feira, 6 de março de 2012

Atividade 2.5

Estudando o conteúdo Internet, Hipertexto e Hipermídia, tivemos a oportunidade de navegar livremente pelo portal do professor e sites definidos por nós. Além disso, navegamos por hipertextos bem como conhecemos o seu significado.

Navegando em Hipertexto

Gostei muito de navegar no portal do professor, já tinha navegado antes não tive dificuldades para navegar ele é muito rico em informações principalmente para professores que tem interesse de estar sempre à procura do novo isso é muito importante para um bom profissional.
Navegar a deriva sempre me salva de muitos terremotos me leva além das montanhas, de outros planetas e me enriquece de sabedorias, nós educadores precisamos esta sempre navegando a deriva.
Kátia Sirlene Braga Coan

Navegando em busca do conceito de hipertexto

A ideia de hipertexto não nasce com a Internet, nem com a web. De acordo com Burke (2004) e Chartier (2002) as primeiras manifestações hipertextuais ocorrem nos séculos XVI e XVII através de manuscritos e marginalia. Os primeiros sofriam alterações quando eram transcritos pelos copistas e assim caracterizavam uma espécie de escrita coletiva. Os segundos eram anotações realizadas pelos leitores nas margens das páginas dos livros antigos, permitindo assim uma leitura não linear do texto. Essas marginalia eram posteriormente transferidas para cadernos de lugares-comuns para que pudessem ser consultadas por outros leitores.
A leitura por hipertextos nos apresenta uma nova forma de leitura e pesquisa. Quando ao navegar pela internet, nos deparamos com textos repletos de links que que aguçam nossa curiosidade e nos levam a outras páginas, documentos ou sites relacionados.
O hipertexto é o texto que remete a outro texto em formato digital, ao qual se agregam outros conjuntos de informações na forma de blocos de textos, palavras, imagens ou sons, cujo acesso se dá através de hiperlinks ou simplesmente links.
Foi muito enriquecedor aprender sobre o que é hipertexto, sempre é bom aprender mais nunca sabemos tudo, cada dia aprendemos mais.
Kátia Sirlene Braga Coan
Atividade 2.2 

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Teatro Infantil: Só Um Minutinho

Narrador: Quando a vovó Carocha acordou de manha, ouviu batidas na porta. E esperando lá fora, puxa vida, ela viu o Senhor Esqueleto.
O Senhor Esqueleto ajeitou o chapéu. Mas que sujeito tão magro! Com um gesto, fez sinal para a Vovó Carocha. Estava na hora de ela ir embora com ele.

Vovó: - só um minutinho, Senhor Esqueleto! – Eu já vou com você, mas antes tenho só que varrer UMA casa.
 
Narrador: O Senhor Esqueleto lembrou que tinha tempo sobrando aquele dia. Então resolveu esperar.

Senhor  Esqueleto: - UMA casa varrida.

Vovó: - só um minutinho, Senhor Esqueleto!
- Eu já vou com você, mas antes tenho só que ferver DOIS bules de chá fervidos.

Narrador: O Senhor Esqueleto contou e andou em direção á porta.

Vovó: - Só um minutinho, Senhor Esqueleto!
- Eu já vou com você, mas antes tenho só que fazer tortilhas com estes TRES quilos de farinha de milho. 

Narrador: O Senhor Esqueleto revirou os olhos. Ele ás precisava mesmo ter muita paciência.

Senhor Esqueleto: - TRES pilhas de tortilhas.

Narrador: contou o Senhor Esqueleto, e botou o chapéu na cabeça.

Vovó: - Só um minutinho, Senhor Esqueleto! – Eu já vou indo com você, mas antes tenho só que fatiar estas QUATROS frutas...

Narrador: O Senhor Esqueleto franziu a testa. Estava demorando mais do que ele esperava.

Senhor Esqueleto: - QUANTRO  frutas para uma salada.

Narrador: O Senhor Esqueleto contou, e indicando que era hora de ir.

Vovó: - Só um minutinho, Senhor Esqueleto! – Eu já vou com você, mas antes tenho só que derreter CINCO queijos...
Senhor Esqueleto: -  CINCO queijos derretidos.

Narrador: O Senhor Esqueleto contou e correu buscar o casaco da vovó.

Vovó: - Só um minutinho, Senhor Esqueleto! – Eu já vou com você, mas antes tenho só que cozinhar SEIS panelas de comidas...

Narrador: O Senhor Esqueleto levantou os braços e sacudiu as mãos. O que ele mais podia fazer?

Senhor Esqueleto: - SEIS panelas de comida cheirosa que deve estar uma delícia.

Narrador:  O Senhor Esqueleto contou e ofereceu ajuda a vovó.

Vovó: - Só um minutinho, Senhor Esqueleto! – Eu já vou com você, mas antes tenho só que encher SETE pinhatas com balas e doces...

Narrador: O Senhor Esqueleto sacudiu a cabeça sem acreditar. Estava ficando tarde!

Senhor Esqueleto: SETE pinhatas cheias de balas.

Narrador: O Senhor Esqueleto contou, e abriu a porta para vovó Carocha sair.

Vovó: - Só um minutinho, Senhor Esqueleto! – Eu já vou com você, mas antes tenho só que arrumar esses OITO pratos de comida na mesa...

Narrador: Chega! O Senhor Esqueleto já não aguentava mais.

Senhor Esqueleto: - OITO – pratos de comida arrumados na mesa.

Narrador: Mas o Senhor Esqueleto tinha perdido a conta. Estava ocupado demais esperneando e batendo os pés.

Vovó: - Olhe só, Senhor Esqueleto! – Lá vem os meus netos!

Narrador: O Senhor Esqueleto respirou fundo.
Senhor Esqueleto: -  Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, NOVE.

Narrador: NOVE netos lindos correndo pela porta adentro.
As crianças sentaram a mesa, cada uma em seu lugar.

Vovó: - Agora, todos os meus convidados estão aqui, e juntos fazem DEZ. 

Narrador: Mas só se contavam nove convidados sentados em torno da mesa.

Crianças: - Vovó, cadê o convidado numero dez?
Vovó: - Aqui esta ele DEZ.

Narrador: O numero dez, é claro, era o Senhor Esqueleto.
Estava na hora de comemorar o aniversario da vovó Carocha!
Quando o bolo chegou, todo aceso, Vovó Carocha apagou as velas com um sopro que nem um furacão.
Quando a festa acabou, Vovó Carocha beijou os netos, um por um.
Então anunciou:

Vovó – Estou pronta, Senhor Esqueleto!

Narrador: Mas, puxa vida, onde estava o Senhor Esqueleto? Vovó Carocha só encontrou um bilhete.
Dizia assim:
Querida Vovó Carocha.

Sua festa de aniversario foi um assombro! Eu nunca me diverti tanto. Não quero perder sua próxima festa por nada no mundo. Pode contar com isso. 

Sinceramente,
Senhor Esqueleto.




Esta história é um conto. Livro de YUYI MORALES.  Tradução de ANA MARIA MACHADO.